sábado

Dor(es)

Parte de um texto meu

(...) Acreditei quando o meu pai faleceu que estava vacinado contra tudo… que dor seria maior que aquela? Que tragédia poderia superar aquilo? Vivi assim durante anos até perceber que existem outras dores, outras formas de sentir dor. E percebi então que a dor maior de todas é não saber lidar com esses obstáculos. Aí sim, infligimos uma dor insuportável em nós mesmos. Porque fé não é só acreditar em algo superior, é sobretudo acreditar em nós, acreditar que podemos continuar a viver e, imagine-se, sermos felizes (...)

5 comentários:

Anónimo disse...

Deves interrogar-te sériamente: Por que motivo não tenho comentários neste post?...
....hum?......

Anónimo disse...

Sim, o texto é pesado, pessoal e pouco dado a comentários (acho). Mi liga, vai!

Anónimo disse...

Estou sim?

Anónimo disse...

Deves considerar a hipótese de vires a ser escritor.
Beijinho grande
Ingrineira

Anónimo disse...

Obridado,cara Ingrineira!Já ganhei o dia!...Estou realmente ligado ao papel mas mais no sentido de lhe tirar agrafes,não me tinha debruçado sobre a possibilidade de ser escritor..mas agora já não sei.

Pai

Hoje sou pai de três filhos. Antes fui - e sou-  filho do Diamantino e órfão do Diamantino quando ele partiu tinha eu 16 anos. Três momentos...