Preciso tanto de um lugar para descansar e onde possa finalmente suspirar de alívio e felicidade. Existe um cansaço difícil de definir, uma insatisfação persistente... É a crença que me vai alimentando, a crença que um dia destes terei um ombro onde pousarei a cabeça e dormirei o sono mais tranquilo. Falta-me esse lugar seguro. Sinto que tenho batalhado muito e que só ganho... um travo amargo. Os olhos pesam-me por mais que eu durma.
Uff, preciso de agarrar a vida pelos cornos*
Mas não sei se sei fazer isso.
* Hugo, esta expressão é (muito) tua e bastante acertada.
Ainda me emociono quando conheço uma pessoa nova, ainda me emociono quando recebo uma boa ou má noticia de um amigo, ainda me emociono com a bondade das pessoas, ainda me emociono quando são verdadeiramente gentis comigo, ainda me emociono quando sou confrontado com alguns fantasmas e ainda me emociono com coisas tão pequenas que causariam riso entre vós. Sinto-me tantas vezes uma montanha-russa de emoções, de riso e de choro. Por tudo e por nada. Dito isto, quando alguém próximo está a passar por algum momento menos feliz, eu sinto isso com tanta força... que dava tudo para ser eu a carregar esse peso.
Sabem, eu tenho a maior sorte em partilhar a minha vida com vocês e tudo o que poderei fazer por vós será sempre pouco!!
Empty spaces - what are we living for?
Abandoned places - I guess we know the score...
On and on!
Does anybody know what we are looking for?
Another hero - another mindless crime.
Behind the curtain, in the pantomime.
Hold the line!
Does anybody want to take it anymore?
The Show must go on!
The Show must go on!
Inside my heart is breaking,
My make-up may be flaking,
But my smile, still, stays on!
Whatever happens, I'll leave it all to chance.
Another heartache - another failed romance.
On and on!
Does anybody know what we are living for?
I guess I'm learning
I must be warmer now..
I'll soon be turning round the corner now.
Outside the dawn is breaking,
But inside in the dark I'm aching to be free!
The Show must go on!
The Show must go on! Yeah!
Ooh! Inside my heart is breaking!
My make-up may be flaking!
But my smile, still, stays on!
Yeah! oh oh oh
My soul is painted like the wings of butterflies,
Fairy tales of yesterday, will grow but never die,
I can fly, my friends!
The Show must go on! Yeah!
The Show must go on!
I'll face it with a grin!
I'm never giving in!
On with the show!
I'll top the bill!
I'll overkill!
I have to find the will to carry on!
On with the,
On with the show!
Este detergente cheira tão bem que até apetece usar como perfume.
E fica aqui provado (se é que eu precisava de o fazer) o motivo pelo qual eu estou solteiro e nenhuma mulher se aproxima de mim... é que eu reparo (penso) nestas coisas e, ainda pior, faço posts sobre isso.
O tempo é velhaco. À medida que passa, vai semeando sementes de saudades no meu peito. Falo concretamente do 4º andar, espaço devoluto que habitei e ao qual emprestei uma vida. Foi nele que montei o meu primeiro laboratório de fotografia, foi nele que fiz o projecto Red Nose, foi nele que experimentámos (eu, o Hugo e o André) o projecto 4º espaço... E foi precisamente nele que fizemos as noites das nossas vidas! Hoje lamento ter demorado tanto tempo a "descobrir" o potencial daquilo. Lamento não ter desfrutado mais! Depois do 4º andar até as uvas têm outro sabor, juro-vos. Faz-me falta aquele pedaço velho, mal-cheiroso (na opinião de muitos embora eu chame-lhe característico) e por vezes assustador. De Arroios não sinto grandes saudades mas daquele andar... daquele último andar... todas!!
Ordinário, adj. Habitual; comum; costumado; frequente; medíocre; franco; grosseiro; mal educado. S. m. O que é habitual; homem grosseiro; superior eclesiástico; música em passo de marcha; regulamentação escrita do modo de recitar os ofícios divinos.