sexta-feira
quarta-feira
Que tristeza...
"Joaquim Santos, taxista, esperou mais de duas horas para que o Hospital Curry Cabral (Lisboa) readmitisse um doente do foro psiquiátrico.
Na noite de sexta-feira, o hospital pediu um táxi para transportar um paciente de regresso ao Lar CampoLar, em Campo de Ourique. “Pediram-me para levar o doente. Quando cheguei ao CampoLar disseram-me que não o podiam aceitar porque tinha sido violento e que seria para ficar no hospital”, explicou Joaquim Santos. O taxista regressou ao Curry Cabral pelas 21h30: “Falei com a psiquiatra de serviço que me disse não ter nada a ver com o assunto, que não me iam pagar a viagem e para o devolver ao lar. Chamou-se a polícia e só à meia-noite e meia é que a situação ficou resolvida.”
Entretanto, explicou, “a viagem continua por pagar”. Nessa noite, não voltou a trabalhar, pois o doente “urinou no carro”. “O problema não é o dinheiro do serviço. Não entendo é como é que se mete uma pessoa sedada num taxi para entregar num lar.”
José Almeida, proprietário do CampoLar, confirmou ter “encaminhado o doente ao hospital, através dos bombeiros” na sexta-feira. “Não podíamos aceitar de volta um doente violento, que não estava em condições e que já tinha tentado suicidar-se”, reforçou, questionando: “Como é que se dá alta a alguém que não tem qualquer controlo sobre si próprio?”
O CM contactou a administração do hospital Curry Cabral, mas não obteve qualquer esclarecimento até ao fecho desta edição."
André Pereira in Correio da Manhã - 29/08/20070
Resultado: Um hospital pode chamar um táxi para transportar um doente psiquiátrico (no mínimo é uma irresponsabilidade) e depois ainda nega-se a prestar contas perante o taxista (afinal de contas quem pediu tal serviço foi o hospital). Valeu o civismo do taxista que não abandonou o doente.
Na noite de sexta-feira, o hospital pediu um táxi para transportar um paciente de regresso ao Lar CampoLar, em Campo de Ourique. “Pediram-me para levar o doente. Quando cheguei ao CampoLar disseram-me que não o podiam aceitar porque tinha sido violento e que seria para ficar no hospital”, explicou Joaquim Santos. O taxista regressou ao Curry Cabral pelas 21h30: “Falei com a psiquiatra de serviço que me disse não ter nada a ver com o assunto, que não me iam pagar a viagem e para o devolver ao lar. Chamou-se a polícia e só à meia-noite e meia é que a situação ficou resolvida.”
Entretanto, explicou, “a viagem continua por pagar”. Nessa noite, não voltou a trabalhar, pois o doente “urinou no carro”. “O problema não é o dinheiro do serviço. Não entendo é como é que se mete uma pessoa sedada num taxi para entregar num lar.”
José Almeida, proprietário do CampoLar, confirmou ter “encaminhado o doente ao hospital, através dos bombeiros” na sexta-feira. “Não podíamos aceitar de volta um doente violento, que não estava em condições e que já tinha tentado suicidar-se”, reforçou, questionando: “Como é que se dá alta a alguém que não tem qualquer controlo sobre si próprio?”
O CM contactou a administração do hospital Curry Cabral, mas não obteve qualquer esclarecimento até ao fecho desta edição."
André Pereira in Correio da Manhã - 29/08/20070
Resultado: Um hospital pode chamar um táxi para transportar um doente psiquiátrico (no mínimo é uma irresponsabilidade) e depois ainda nega-se a prestar contas perante o taxista (afinal de contas quem pediu tal serviço foi o hospital). Valeu o civismo do taxista que não abandonou o doente.
Sigur Rós - Viðrar Vel Til Loftárása
Gosto muito dos Sigur Rós e gosto particularmente dos vídeos que fazem. Na minha opinião são vídeos dotados de grande sensibilidade e beleza, que dão ainda mais expressão e força às músicas.
quinta-feira
Again??
A primeira sessão de fotografias auto-parodiantes feita na minha nova casa!
Um marco importante, sem dúvida. Ou não... Talvez não...
Um marco importante, sem dúvida. Ou não... Talvez não...
quarta-feira
Os Poetas - Navio de Espelhos
O navio de espelhos
não navega cavalga
Seu mar é a floresta
que lhe serve de nível
Ao crepúsculo espelha
sol e lua nos flancos
Por isso o tempo gosta
de deitar-se com ele
Os armadores não amam
a sua rota clara
(Vista do movimento
dir-se-ia que pára)
Quando chega à cidade
nenhum cais o abriga
O seu porão traz nada
nada leva à partida
Vozes e ar pesado
é tudo o que transporta
(E no mastro espelhado
uma espécie de porta)
Seus dez mil capitães
têm o mesmo rosto
A mesma cinta escura
o mesmo grau e posto
Quando um se revolta
há dez mil insurrectos
(Como os olhos da mosca
reflectem os objectos)
E quando um deles ala
o corpo sobre os mastros
e escruta o mar do fundo
Toda a nave cavalga
( Como no espaço os astros)
Do princípio do mundo
até ao fim do mundo.
não navega cavalga
Seu mar é a floresta
que lhe serve de nível
Ao crepúsculo espelha
sol e lua nos flancos
Por isso o tempo gosta
de deitar-se com ele
Os armadores não amam
a sua rota clara
(Vista do movimento
dir-se-ia que pára)
Quando chega à cidade
nenhum cais o abriga
O seu porão traz nada
nada leva à partida
Vozes e ar pesado
é tudo o que transporta
(E no mastro espelhado
uma espécie de porta)
Seus dez mil capitães
têm o mesmo rosto
A mesma cinta escura
o mesmo grau e posto
Quando um se revolta
há dez mil insurrectos
(Como os olhos da mosca
reflectem os objectos)
E quando um deles ala
o corpo sobre os mastros
e escruta o mar do fundo
Toda a nave cavalga
( Como no espaço os astros)
Do princípio do mundo
até ao fim do mundo.
- Mário Cesariny de Vasconcelos
terça-feira
Ligações
© Sílvia e Pedro (mais Sílvia que Pedro...)
You're just too good to be true.
Can't take my eyes off you.
You'd be like heaven to touch.
I wanna hold you so much.
At long last love has arrived.
And I thank God I'm alive.
You're just too good to be true.
Can't take my eyes off you.
Pardon the way that I stare.
There's nothing else to compare.
The sight of you leaves me weak.
There are no words left to speak.
But if you feel like I feel.
Please let me know that it's real.
You're just too good to be true.
Can't take my eyes off you.
...
I need you baby to warm the lonely night.
I love you baby.
Trust in me when I say:
Oh pretty baby, don't bring me down, I pray.
Oh pretty baby, now that I found you. Stay.
And let me love you, baby. Let me love you ...
I love you baby, and if it's quite allright,
I need you baby to warm the lonely night.
I love you baby.
Trust in me when I say:
Oh pretty baby, don't bring me down, I pray.
Oh pretty baby, now that I found you. Stay.
Oh pretty baby. Trust in me when I say: Oh pretty baby ...
O nosso amor é tão semelhante a essa árvore e tão igual a esta música...
:-)
sexta-feira
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Pai
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Nos últimos tempos a minha criatividade está mais direcionada para a criação de imagens através da inteligência artificial. A ideia é basta...


