quarta-feira

Eu...


... um milhão de anos mais novo...

terça-feira

Sarah Jaffe - Clementine


Dose de remédio diário para a Alma 
:)

segunda-feira

Desafios


Viver em Castelo Novo tem os seus desafios. Nesta aldeia não existe uma mercearia, não existe um café a tempo inteiro, não há multibanco e não há posto dos CTT.  Há posto médico aberto uma vez por semana e não há escola.

 No entanto, Castelo Novo é uma aldeia histórica pertencente à associação "Aldeias Históricas de Portugal" e é a única (aldeia histórica) do concelho do Fundão. 

Castelo Novo tem apeadeiro CP, tem a A23 mesmo à porta assim como a estrada N18. Não está nesse aspecto isolada do Mundo, pelo contrário.

O clima é mais exigente: muito frio no Inverno e bastante quente no Verão.

Ah, Castelo Novo tem cerca de 392 habitantes (2016).

O nosso maior desafio aqui reside no facto de vivermos (eu, mulher e dois filhos) a cerca de 280 kms das nossas famílias que estão em Lisboa/Cascais. Dependemos de nós apenas, o que assusta um bocadinho quando se tem 2 filhos pequenos.


Ainda assim, aquilo que a Gardunha nos oferece é tão essencial, tão vital e... saudável, que continua a compensar viver aqui. E acaba por ser entusiasmante perceber que muito pode ser feito e que Castelo Novo merece. Não é fácil mas é possível.






quinta-feira

Por aqui...




© Pedro Santos


... temos dias tão bonitos!

👌👌👌👌👌👌

(uau, é a primeira vez que uso estes símbolos...)

sábado

Vida no campo (para quem vem da Parede) #1


#1
Isto é muito frio no Inverno!

Agora sei apreciar realmente um bom pijama quentinho, um belo saco de água quente, umas confortáveis pantufas com pêlo por dentro. 

Dito isto, se calhar não estou tão mais gordo, são apenas 100 camadas de roupa.

É isso.


segunda-feira

Nouvelle Vague - Dance With Me


Um dos meus (eternos) retornos 
:D

domingo

Arte tramada

© Pedro Santos


Ahhh, a difícil arte de manter-me positivo perante o desaparecimento de coisas essenciais. Volta e meia faço listas mentais e uma delas é precisamente pensar nos que já partiram. Aqueles que foram e são peças de mim mesmo. E esse é o optimismo, saber que a morte não apaga os ensinamentos e as memórias. Basta olhar para mim para entender quão difícil é perceber quanto de mim sou eu e quanto de mim são todos, esses todos desaparecidos. Mas não é simples, a ausência dói e penso igualmente no que poderia ser hoje se eles ainda por aqui estivessem. Aprendi que há sempre perguntas que não são feitas e só me resta imaginar as possíveis respostas. Volto assim às memórias e sinto-os aqui. Não estando.

Caramba, assim é complicado...