
..."
E se ela morrer, este espectáculo mundano pode bem encerrar as portas. Podem desmontá-lo, retirar as escadarias, enrolar o céu e coloca-lo num atrelado com um reboque e podem apagar tudo. Podem apagar a lindíssima luz do Sol que eu tanto amo. E sabes porque a amo tanto? Porque a amo quando o Sol recai sobre ela. Eles podem levar tudo, estas carpetes, estas colunas, estas palácios, a areia, o vento, as rãs, as melancias maduras, a saraiva, as sete da tarde, Maio, Junho, Julho, o basílico, as abelhas, o mar, as courgettes... as courgettes Al Giumeili! Arranja-me lá a glicerina!"...
E eu rendo-me a estas palavras, a este romantismo e a esta simplicidade!
1 comentário:
Vi o Tigre e a Neve no passado domingo. Adorei toda a poesia que o proprio filme é. Logo no inicio, as palavras da noiva Vitoria dirigidas ao seu noivo, são deliciosas! Só tenho pena de não saber onde encontrar mais excertos do filme. Encontrar este já foi uma optima surpresa.
Enviar um comentário